Médicos e enfermeiros, treinados para atendimentos de emergências cruzam os céus da cidade diariamente para resgatar pessoas entre a vida e a morte. Aos pilotos, cabe a tarefa de voar em áreas restritas, pousar onde for necessário e, em paralelo, transferir seus conhecimentos aos novatos recém-chegados ao Grupamento Aéreo de São Paulo.
Águias da Cidade
Águias da Cidade acompanha o cotidiano dos pilotos, mecânicos, tripulantes operacionais e enfermeiros do Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Estado de São Paulo. A bordo de helicópteros, esses policiais atendem a emergências ao lado de médicos, bombeiros e uma vasta rede articulada para proteger e salvar vidas numa das metrópoles mais desafiadoras do mundo.
2 temporadas • 16 episódios
Temporada 18 episódios
Os pilotos passam, mas o Grupamento Aéreo de São Paulo precisa permanecer. Por isso, a transmissão de conhecimento entre veteranos e novatos está totalmente integrada à rotina de operações dos Águias. Entre as mais ocorrências diversas podemos ver os novatos ingressando na escala de trabalho sob o olhar atento dos pilotos veteranos.
Uma vasta rede de médicos e bombeiros atuam todos os dias no atendimento a urgências e emergências na complexa cidade de São Paulo. No coração desse sistema está o COBOM, Centro de Operações do Corpo de Bombeiros. É de lá que saem os chamados, que disparam os dois toques do sinal que indicam no Grupamento Aéreo a decolagem de mais uma equipe de resgates aeromédicos.
Enquanto as equipes médicas lidam com vítimas de crime e resgates em locais perigosos, pilotos e tripulantes voam pelos céus da cidade combatendo o crime organizado em operações planejadas ou ajudando a desvendar crimes como o sequestro de uma criança. Toda essa operação é articulada com o COPOM, a central da Polícia Militar de São Paulo e os policiais militares que atuam em terra.
Além dos chamados de emergência, os Águias realizam missões planejadas, como o patrulhamento preventivo das principais avenidas da cidade. Mas há um tipo de missão que mobiliza o grupamento aéreo onde planejamento e logística ganham relevância excepcional: o transporte de órgãos para transplantes. Uma verdadeira corrida contra o tempo onde nada pode dar errado.
24 horas por dia, 7 dias por semana: assim trabalham os Águias, atendendo a chamados de emergência ou operações policiais. Mas para que tudo isso corra como previsto, o grupamento aéreo de São Paulo atua em duas frentes que nunca param: a formação dos pilotos e tripulantes e a manutenção de suas aeronaves.
A central do grupamento aéreo de São Paulo fica na capital. No litoral paulista está situada uma das dez bases que estão espalhadas pelo estado, a Base da Praia Grande, que ganha destaque quando se aproxima o período de férias. 4 milhões de pessoas se deslocam para o litoral durante o verão e, para isso, os Águias realizam intensos treinamentos para realizar salvamentos no mar.
Durante os meses de verão, São Paulo é assolada pelas chuvas. Aeroportos fecham, mas os Águias não param, seja na busca de aeronaves desaparecidas, na patrulha das enchentes ou salvamentos de casas em desmoronamento. Mas dias de sol também trazem tragédias difíceis de evitar, onde a atuação dos Águias faz a diferença: colocam suas vidas em risco ao realizar salvamentos em um incêndio.
Temporada 28 episódios
A cidade de São Paulo vive dias de manifestações e confrontos. Reivindicações populares e atos de vandalismo são acompanhados de perto pela PM, que tem por função garantir o direito às manifestações e proteger os cidadãos e o patrimônio de vandalismo. Em sua sala de crise, toda a ação dos policiais em terra é monitorada com o apoio de agentes infiltrados e as câmeras dos Águias.
Em uma metrópole como São Paulo o crime tem as mais diversas formas. Para atender a tantos tipos de ocorrência o Grupamento Aéreo dá apoio constante a outras unidades da PM, como o Esquadrão Anti-Bomba do GATE. Em meio aos exaustivos treinamentos que são impostos em um curso de especialização do GATE, acompanhamos o drama de seus integrantes e instrutores.
Os médicos que atuam juntos aos Águias não são policiais militares, mas devem aprender a agir como se fossem. Ao se tornar médico resgatista aviador, esse profissional, preparado para trabalhar em ambiente hospitalar, tem que incorporar procedimentos militares que o ajude a atuar nas cenas trágicas das ocorrências emergenciais.
Os Águias são treinados para cumprir diferentes tipos de missão e a enfrentar as dificuldades que cada uma delas impõe. Uma pane mêcanica deixa um Águia de resgate no heliponto do maior complexo hospitalar da cidade. Uma equipe Alpha e outra Bravo dão apoio ao Exército Brasileiro no dia da visita do Papa à Basílica de Nossa Senhora Aparecida.
Resistência à frustração é o primeiro item da lista de atributos exigidos para ser piloto dos Águias. O motivo disso é vivido diariamente no Grupamento de Rádio Patrulha Aérea de São Paulo. Se salvar vidas é recompensador, como lidar com as vidas que se perdem, apesar de todo o esforço e risco corrido? Na Central dos Bombeiros, decisões difíceis são exigidas todos os dias.
Um edifício desaba na cidade após a explosão de um botijão de gás. Inúmeras pessoas soterradas são resgatadas. Quando os trabalhos de resgate estão quase terminando, médicos e bombeiros que atuam na ocorrência são informados que uma mulher e seu bebê ainda estão presos nos destroços. Drama e risco marcam a atuação das equipes.
Ser preciso, assertivo e manter controle emocional em ocorrências policiais são apenas alguns de vários requisitos fundamentais para ser tripulante do Águia. E para poder sentar nos bancos de trás do helicóptero, não basta ser um bom policial militar ou enfermeiro. É com cursos de operações especiais e estágios exigentes que os Águias formam seus tripulantes.
Os Águias atuam em 10 bases espalhadas pela capital e interior. Uma delas é o quartel de Campinas, onde policiais e resgatistas se veem em situações bem diferentes daquelas enfrentadas na capital. Em um incêndio doméstico, duas crianças se queimam gravemente. Na capital ou no interior, todos os dias os Águias enfrentam situações-limite e precisam fazer escolhas difíceis.